5 comunidades que eu criaria no orkut

Quinta-feira, a semana acabando, meu bom humor voltando (ou quase isso), resolvi tirar uns minutinhos e atualizar esse blog que tanto amo. E, como o Rotaroots é um lugar mágico e lindo, ele tem me salvado dos bloqueios criativos.

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Olhando o estado atual da internet, sinto saudades do Orkut. Com tanto chorume por aí, dá aquela pontadinha de saudades das comunidades mais tosqueiras que a gente participava só pra zoar. Ah, Orkut…
Pensando nisso, vão aqui 5 comunidades que eu (com ajuda do Tico :P) criaria naquela rede social:

◊ Sidnei Magal não me viu sorrir (para quem quiser participar, tem um grupo)
Ele queria me ver sorrir, queria me ver cantar. Mas não viu.

◊ Nunca voei no Balão Mágico
Sempre quis #Bolada

◊ Esperei por Diego, mas ele não virou a esquina
E festejou sem mim ='(

◊ Eu como coxinha pela bunda
E guardo a massa pro final :3

◊  Sou fã do Rivaldo desde que ele saiu daquele lago
Anda, menino, sai desse lago.

 

Saudades eternas dessa zoeira gostosa. E aí, o que vocês acharam? Diz aí pra mim! :P

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Semanas difíceis

Às vezes, somos levados a acreditar em algo que não é verdadeiro. Às vezes, paramos e pensamos no que andamos fazendo da nossa vida, se vamos conseguir nos formar, se vamos conseguir dar conta dessa barra que a vida nos presenteou. Ouvir dizer que certas dificuldades acontecem para quem é realmente forte o suficiente para enfrentar, mas, às vezes, sinto fraquejar.

Minha saúde não é mais 100%, nem meu sono. Nem minha vontade de fazer as coisas e nem de perseguir meus sonhos. Alguma coisa aconteceu nesse caminho longo (ou nem tanto, quem vai saber) que ando trilhando, construindo. Me vejo atolada de coisas para fazer e um tempo mínimo. Perco todos os dias quase 2 horas num trânsito infernal e lamento por não conseguir parar nem para ler aquele livro tão bom que está no criado mudo, juntando pó. Olho ao redor e tudo tá assim, juntando pó, bagunçado, perdido, esquecido.

São semanas difíceis. E a única que às vezes dá uma vontade enorme de fazer é dormir para passar mais rápido. Mas não dá. Tenho que continuar a construir, a estudar, a trabalhar. Semanas difíceis em que um “a” pode se tornar uma bola de neve, gerar discussões catastróficas, insultos e um coração partido. Semanas difíceis… e quem disse que se tornar adulto é fácil?

Testei: Creme Skala Banho de Cristal

Sou aquelas pessoas que vive procurando produtos para o cabelo até achar “o produto perfeito”. Ultimamente, passei a ser mais chata com isso e adotei uma rotina de cuidados. Por exemplo, uso um óleo específico, um spray de brilho, 2 shampoos…

Mas, eu sou adepta também de que nem sempre o mais caro é o melhor e que há, sim, produtos baratos e bons. E hoje, resolvi mostrar um creme que é super baratinho e faz um bem danado pro meu cabelo.

O produto em questão é o creme Skala Banho de Cristal. É um pote grande que rende pra caramba (ainda mais se você tiver cabelos curtos). É um creme com uma ótima consistência e tem um cheirinho bem agradável.

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Você pode usar de dois modos:
– Na hora do banho, como condicionador, deixando agir, pelo menos, por uns 3 minutinhos. Esse é o método que eu geralmente faço (principalmente por causa de falta de tempo, mesmo). É tipo uma “mini hidratação”, o cabelo fica sem frizz, bem assentado e macio até as pontas.

- Você pode também lavar o cabelo com um shampoo antirresíduo, e depois passar o creme  em todo o cabelo (tente evitar a raiz), colocar uma touca térmica e deixar agir por uns 30 minutos. O cabelo fica super macio e com muito brilho, além de desembaraçar super fácil. Se você quiser potencializar os resultados, pingue algumas gotinhas de óleo de argan com o creme antes de aplicar nos cabelos!

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Bom, meninas, essa foi a dica de hoje! Espero que gostem!
Beijos e até mais! :*

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7 músicas para cantar no Karaokê

Olar!

Quando me dizem ‘karaokê’, vem aquela sensação de nostalgia e até um pouco de animação junto. Eu, quando criança, era frequentadora nata de festinhas que tinham karaokê e não largava aquele microfone por nada.

Esses dias, coincidentemente, bateu aquela saudade dessa época passada e deu uma vontade enorme de ir a uma festinha com karaokê pra eu mostrar a todos o dom da minha voz divina, só que não.

Mas, o melhor de tudo são as músicas. E como a proposta é indicar as 7 ~melhores~, vem gente:

7 – Lua de Cristal

Quem nunca, né? Era um dos hits junto com…

6- Ilariê

Pois é, pois é…

5- Garota de Ipanema

Gente, aquele fim de festa com as pessoas levemente alteradas, essa música era top nas paradas.

4 – Marrom bombom

3 – Sidney Magal – Sandra Rosa Madalena

2 – Falamansa – Xote da alegria

1 – Chitãozinho e Xororó – Evidências

E NESTA LOUCURA DE DIZER QUE NÃO TE QUEEERO (8) aiai…

Que saudade dessa época, gente! Posso voltar pros anos 2000 e me jogar no karaokê? <3 Pra quem ficou nostálgico como eu, pode acessar o Desescute que tem váááárias músicas brasileiras típicas de karaokê (além de te ajudar a esquecer aquela musiquinha ruim e chiclete!).

E aí, o que acharam? Quais músicas vocês indicariam? Contem pra mim!

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Parem. Apenas parem.

Semana passada, vi algumas meninas do Rotaroots comentarem sobre o Stop the Beauty Madness. Para entender melhor, fui atrás de ler o texto maravilhoso da Lia, que conseguiu explicar bem sobre o que tal projeto fala (coloquei o link lá embaixo).

O Stop The Beauty Madness, ao contrário do que muita gente está fazendo (achando que é só mais uma brincadeira e quem não fizer, tem que pagar algo…), é um “apelo” para que as mulheres se aceitem como são, sem viver na loucura causada pelos padrões da mídia. Nós não precisamos usar 36/38 para sermos bonitas, não precisamos de quilos de maquiagem para sermos bonitas. Não, precisamos mostrar aquilo o que realmente importa, como somos verdadeiramente, usar aquilo que nos agrada e nos fazem bem. A única pessoa que você tem que agradar é a si mesma. Por isso, abracei a campanha.

Eu sempre me crucifiquei pelo fato de não fazer parte dos padrões. Sempre fui baixinha. Sempre fui gordinha. E sempre levava os apelidinhos referentes à comida (tipo bolinha de queijo, brigadeiro…). Isso, para uma criança de 10 anos, é meio assustador e mexeu com minha cabeça de tal forma que comecei a me esconder. Quando fui pro outro prédio de meu colégio, estava naquela fase dos 11 anos, na qual as meninas começaram a ficar e dar seus primeiros beijos. Eu, como toda garota de 11 anos, sonhava que o menino que eu gostava na época, me desse o mínimo de atenção e me notasse. Mas, claro, não foi bem isso o que aconteceu. Tive que ouvir da boca dele que eu era gorda demais pra ele se interessar por mim!

Com isso, eu mudei. As roupas pretas vieram, comecei a me vestir mais do meu gosto, influenciado por gostar de uma banda e… foda-se. Por anos ainda ouvi sobre meu estilo, sobre o meu peso, sobre meus cabelos, minha pele com espinhas e o meu jeito. Por anos isso me incomodou de tal maneira que, às vezes, eu me escondia no banheiro e chorava. Essa toda minha baixa autoestima tinha a ver com o meio que eu vivi por todo esse tempo. Lá era definido um padrão no qual eu nunca me encaixei: um mundo cheio de roupas caras, bolsas caras e tênis de marca – houve até boato de que uma pessoa levou a nota para provar que seu tênis era original…

Enfim, ainda ouço sobre minha alimentação e a mais recente é sobre a falta de maquiagem e acessórios no meu look. Fiquei indignada por dois motivos: a boca é minha e se eu quiser me entupir de porcaria e ficar gorda, eu vou. Segundo, o corpo é meu, e eu uso o que eu bem entendo e o que ficar mais confortável. Fiquei perplexa pela falta de tato de uma pessoa X querer controlar como me visto, sendo que a opinião dela é a menos relevante em minha vida. Agora, me pergunto todos os dias, principalmente quando leio matéria sobre moda e há uma mulher gorda estampando as fotografias: o que há de errado no mundo a pessoa ser gorda e ter bom gosto? O que há de errado dela gostar de moda e se vestir bem? Pelo contrário, ela não é descuidada com o corpo, ela é assim, é o jeito dela, e o erro maior das pessoas é sempre ofender e julgar aquilo que não lhe agrada e viver numa competição besta de melhores corpos.

Por fim, aprendi uma lição: devo melhorar aquilo que não ME agrada, mas não parar de viver por conta de opiniões alheias. Deve melhorar para me tornar uma pessoa melhor para, ninguém menos do que eu mesma e ponto final. E essa sou eu, sem maquiagem e com o cabelo ao natural, porque sim e é assim que encaro todos os meus dias.

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Para conhecer o projeto (e parar de compartilhar chorume no Facebook com desafios babacas) é só ir no site: http://www.stopthebeautymadness.com/.

Textos sobre o assunto que valem a pela ler: Vic e Lia.

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